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	<title>Márcio Faria Corrêa - Preparação Física no Futebol</title>
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	<description>PREPARAÇÃO FÍSICA NO FUTEBOL</description>
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		<title>Utilização da crioterapia no futebol: mitos e verdades</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 05:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Para melhora da estrutura e da função musculares são necessários microtraumas que sinalizem processos regenerativos. Exercícios novos em que o atleta não está acostumado a executar, que sejam de alta intensidade e com ação muscular excêntrica, são os maiores causadores de microtraumas que podem gerar desconfortos entre 12 e 72 horas. Entre os mecanismos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para melhora da estrutura e da função musculares são necessários microtraumas que sinalizem processos regenerativos. Exercícios novos em que o atleta não está acostumado a executar, que sejam de alta intensidade e com ação muscular excêntrica, são os maiores causadores de microtraumas que podem gerar desconfortos entre 12 e 72 horas.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os mecanismos de sinalização encontram-se a liberação de processos inflamatórios, mudança de distribuição de fluxo intra e extracelulares, edema, rigidez muscular, diminuição da amplitude articular e dor muscular tardia. Quanto mais perdurarem esses sinais e sintomas, mais prejudicado estará o desempenho do atleta e, por este motivo, a combinação adequada entre os treinamentos de alta intensidade, jogos e período de recuperação é fundamental para o sucesso competitivo (Goodall e Howatson, 2008).</p>
<p style="text-align: justify;">Das técnicas utilizadas para acelerar o processo de recuperação muscular encontram-se dieta rica em carboidrato, recuperação ativa, eletro estimulação, massagem, aplicação de contraste, crioterapia, entre outras (Barnett, 2006).</p>
<p style="text-align: justify;">A crioterapia consiste em retirar a temperatura corporal para minimizar os efeitos negativos dos microtraumas e aumentar o bem-estar dos atletas e tem se popularizado no futebol pela aplicação de imersão em água gelada (IAG).</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de hipoteticamente reduzir fatores inflamatórios e minimizar desconfortos musculares e articulares, os resultados mostrados na literatura com aplicação de IAG são contraditórios. Em um trabalho de revisão sistemática muito interessante, Bleakley e Davison (2010) apresentaram resultados de estudos que utilizaram diferentes sujeitos e várias modalidades esportivas. Os autores destacam que embora a IAG possa causar alterações hemodinâmicas, respiratórias, metabólicas, antioxidantes e endócrinas, não incluíram no estudo nenhum dado relacionado ao futebol.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro estudo a investigar os efeitos da IAG em jogadores de futebol parece ter sido feito em 1996 por Cross, Wilson e Perrin. Os autores avaliaram o desempenho de atletas da 3ª divisão na corrida de ida e volta; no salto unilateral em 6m de distância e no salto vertical unilateral com e sem IAG (20min a 13°C). Os resultados indicaram redução no salto vertical e no teste de ida e volta não havendo diferença significativa no salto de 6m. Apesar da pouca especificidade das tarefas relacionadas ao futebol, os resultados são curiosos já que ao contrário do que se imaginava, a IAG ao invés de causar alguma melhora, manteve ou piorou o desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o intuito de verificar se a IAG surtia algum efeito, Rowse ll et. al., (2009) analisaram o desempenho de atletas juniores após cada partida de futebol num total de quatro ocasiões. Os autores formaram dois grupos em que um fez IAG (n=6; 5 ciclos de 60s de imersão a 10ºC e 60s a 24ºC &#8211; temperatura ambiente) e outro fez imersão em água com temperatura ambiente (n=7; e 5 ciclos de 60s de imersão a 34ºC e 60s a 24ºC &#8211; temperatura ambiente). Após avaliarem testes físicos (salto contra-movimento, 12 tiros de 20m com 20s de descanso entre cada um deles), percepção subjetiva de esforço durante uma corrida submáxima (12 km/h), fatores inflamatórios (Creatina cinase, mioglobina, interleucinas 1b, 6 e 10) e bioquímicos (lactato desidrogenase), não encontraram diferença significativa entre os grupos em nenhuma das variáveis avaliadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o objetivo de comparar três diferentes estratégias de recuperação, Kinugasa e Kilding, (2009) aplicaram IAG + banho quente (12ºC e 38ºC, respectivamente); IAG + recuperação ativa (12ºC e bicicleta ergométrica); e alongamento de rotina pós treino em 28 jovens futebolistas (14,3+0,7 anos). Após três jogos de futebol executados com 24 horas de intervalo entre cada um, os pesquisadores avaliaram salto vertical, frequência cardíaca, temperatura do tímpano, e a percepção na qualidade da recuperação muscular 10 minutos depois de cada jogo, após cada tipo de intervenção e depois de 24 horas. Os resultados demonstraram diferença somente na percepção da qualidade de recuperação após a intervenção do protocolo, porém normalizada após 24 horas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ascenção et. al. (2010) compararam o efeito da IAG (10min a 10°C) e da imersão termoneutra (10min a 35°C) em 20 futebolistas juniores. Creatina cinase, mioglobina, proteína C-reativa, salto (vertical e contramovimento), velocidade (tiro de 20m), força isométrica de quadríceps (isocinético) e percepção de dor muscular tardia (quadríceps, panturrilha, adutor e isquitibiais) foram analisados antes, 30min, 24h e 48h após o jogo. Em relação ao período de tempo, ambos os grupos aumentaram creatina cinase (30min, 24h e 48h), mioglobina (30min), proteína C-reativa (30min e 24h) e dor muscular tardia. Houve redução da altura do salto e da força máxima de quadríceps. O tiro de 20m não apresentou diferença entre os períodos.</p>
<p style="text-align: justify;">Comparando os grupos, houve diferença significativa na creatina cinase (30min, 24h e 48h), mioglobina (30min), proteína C-reativa (30min, 24h e 48h), força do quadríceps (24h) e dor muscular tardia no quadríceps (24h), panturrilha (24 h) e adutor (30min). Esses resultados indicam que embora a IAG não melhore variáveis específicas do futebol (tiro e salto), ela parece reduzir a sensação de dor muscular tardia e pode aliviar o desconforto dos atletas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais recentemente, Rowsell et. al., (2011) compararam o efeito da crioterapia (5x1min a 10ºC) e da hidroterapia (5x1min a 34ºC) nas velocidades de deslocamento e na percepção subjetiva de esforço pós-jogo em 22 juniores em quatro partidas de futebol realizadas com 24h de intervalo. Embora ambos os grupos tenham reduzido a distância percorrida em alta intensidade (&gt;15km/h), a distância total e o tempo de manutenção da frequência cardíaca na zona acima 90% da máxima entre o primeiro e último jogo, não houve diferença entre o grupo que fez crioterapia do que fez hidroterapia. Apesar disso, o grupo que realizou IAG amenizou a sensação de dor nas pernas, a sensação de cansaço geral, manteve-se maior tempo na zona de FC moderada e amenizou a queda da distância total percorrida, mostrando efeito positivo da IAG versus a hidroterapia.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse é um aspecto interessante, já que derruba a hipótese de alguns autores que acreditavam que parte dos benefícios da IAG se dava exclusivamente em função da pressão hidrostática e não por causa da temperatura da água.</p>
<p style="text-align: justify;">Um único trabalho que utilizou atletas profissionais como amostra foi realizado na Polônia por Korzonek-Szlacheta et. al., 2007. Após 10 sessões de crioterapia, os autores avaliaram as concentrações séricas de hormônios de 22 atletas (estradiol, testosterona, sulfato de dehidroepiandrosterona (DHEA) e do hormônio luteinizante) mostrando redução significativa da testoterona e do astradiol. Tais alterações foram atribuídas pela alteração da circulação sanguínea, porém, por não medir desempenho, o estudo não permite nenhuma extrapolação prática.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo apresentado, verifica-se que não existe consenso na literatura quanto à aplicação da IAG. Além disso, os dados são reduzidos à categoria juvenil do gênero masculino. Parte da controvérsia encontrada entre os diferentes estudos pode ser explicada pelas diversas metodologias aplicadas, já que variações do método de IAG, diferença nas características dos sujeitos, no nível de condicionamento, no período de treinamento, nas variáveis selecionadas e no tempo pós-esforço para coletada de dados limitam comparações.</p>
<p style="text-align: justify;">Conclui-se que ainda não existem razões científicas suficientes que justifiquem a utilização da IAG e sua efetividade poderá ser testada quando a ciência responder as seguintes perguntas:</p>
<p style="text-align: justify;">01 – Qual a temperatura ideal da água para realização da IAG? 02 – Qual o tempo ideal de permanência? 03 &#8211; A imersão deve ser contínua ou intercalada co outra estratégia? 04 – Quais as interferências da maturação e do gênero nas respostas da IAG?</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso não ocorrer, caberá a cada clube, comissão técnica e atleta decidir se o custo-benefício dessa prática valerá ou não a pena.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autor: </strong>César Cavinato Cal Abad</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bibliografia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ascensão A, Leite M, Rebelo AN, Magalhäes S, Magalhäes J. <strong>Effects of cold water immersion on the recovery of physical performance and muscle damage following a one-off soccer match.</strong> J Sports Sci. 2011 Feb;29(3):217-25.</p>
<p style="text-align: justify;">Barnett A. <strong>Using recovery modalities between training sessions in elite athletes: does it help?</strong> Sports Med. 2006;36(9):781-96.</p>
<p style="text-align: justify;">Bleakley CM, Davison GW. <strong>What is the biochemical and physiological rationale for using cold-water immersion in sports recovery? A systematic review.</strong> Br J Sports Med. 2010 Feb;44(3):179-87. Epub 2009 Nov 27.</p>
<p style="text-align: justify;">Cross KM, Wilson RW, Perrin DH. <strong>Functional performance following an ice immersion to the lower extremity.</strong> J Athl Train. 1996 Apr;31(2):113-6. Goodall S, Howatson G. <strong>The Effects of Multiple Cold Water Immersions on Indices of Muscle Damage.</strong> J Sports Sci and Med (2008) 7, 235 – 241.</p>
<p style="text-align: justify;">Kinugasa T, Kilding AE.<strong> A comparison of post-match recovery strategies in youth soccer players.</strong> J Strength Cond Res. 2009 Aug;23(5):1402-7.</p>
<p style="text-align: justify;">Korzonek-Szlacheta I, Wielkoszynski T, Stanek A, Swietochowska E, Karpe J, Sieron A. <strong>Effect of whole body cryotherapy on the levels of some hormones in professional soccer players.</strong> Endokrynol Pol. 2007 Jan-Feb;58(1):27-32.</p>
<p style="text-align: justify;">Rowsell GJ, Coutts AJ, Reaburn P, Hill-Haas S. <strong>Effect of post-match cold-water immersion on subsequent match running performance in junior soccer players during tournament play.</strong> J Sports Sci. 2011 Jan;29(1):1-6.</p>
<p style="text-align: justify;">Rowsell GJ, Coutts AJ, Reaburn P, Hill-Haas S. <strong>Effects of cold-water immersion on physical performance between successive matches in high-performance junior male soccer players.</strong> J Sports Sci. 2009 Apr;27(6):565-73.</p>
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		<title>Estado Funcional e Inflamatório após programa de pré temporda</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 17:52:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fisiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Preparação Física]]></category>

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		<description><![CDATA[Estado Funcional e Inflamación después de un Programa de Entrenamiento de Pre-temporada en Jugadores de Fútbol Profesionales y Recreacionales: Un Enfoque Proteómico José J Zamorano-León1, Ricardo Proietti1, Petra J Mateos-Caceres1, Carlos Macaya1, Antonio J López-Farré1, Francisco J Martín-Sánchez2, Juan J González-Armengol2, Pedro Villarroel2, José María Villalón3, Luis Fernández Rosas3. 1Cardiovascular Research Unit, Cardiology Department. 2Emergency [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Estado Funcional e Inflamación después de un Programa de Entrenamiento de Pre-temporada en Jugadores de Fútbol Profesionales y Recreacionales: Un Enfoque Proteómico</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.g-se.com/m/2750/jose-j-zamorano-leon/">José J Zamorano-León</a><sup>1</sup>, <a href="http://www.g-se.com/m/2752/ricardo-proietti/">Ricardo Proietti</a><sup>1</sup>, <a href="http://www.g-se.com/m/2753/petra-j-mateos-caceres/">Petra J Mateos-Caceres</a><sup>1</sup>, <a href="http://www.g-se.com/m/2756/carlos-macaya/">Carlos Macaya</a><sup>1</sup>, <a href="http://www.g-se.com/m/2757/antonio-j-lopez-farre/">Antonio J López-Farré</a><sup>1</sup>, <a href="http://www.g-se.com/m/2748/francisco-j-martin-sanchez/">Francisco J Martín-Sánchez</a><sup>2</sup>, <a href="http://www.g-se.com/m/2754/juan-j-gonzalez-armengol/">Juan J González-Armengol</a><sup>2</sup>, <a href="http://www.g-se.com/m/2755/pedro-villarroel/">Pedro Villarroel</a><sup>2</sup>, <a href="http://www.g-se.com/m/2749/jose-maria-villalon/">José María Villalón</a><sup>3</sup>, <a href="http://www.g-se.com/m/2751/luis-fernandez-rosas/">Luis Fernández Rosas</a><sup>3</sup>.</p>
<p style="text-align: justify;"><sup>1</sup><em>Cardiovascular Research Unit, Cardiology Department.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><sup>2</sup><em>Emergency Unit, Hospital Clínico San Carlos</em></p>
<p style="text-align: justify;"><sup>3</sup><em>Medical Department of Atlético de Madrid Football Club, Madrid, Spain</em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><strong>RESUMEN</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">TITULOS</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">El propósito de este estudio fue determinar si un programa de entrenamiento de pre-temporada modifica el estado inflamatorio de los jugadores de fútbol profesionales, y si este perfil inflamatorio puede asociarse con el estado físico. Se compararon los biomarcadores de las proteínas plasmáticas, utilizando la proteometría, y el estado fisiológico y la función cardiaca de 12 jugadores de fútbol profesionales y 9 jugadores de fútbol recreacionales. Después del programa de entrenamiento de pre-temporada previo a la competencia, se halló una reducción en la variabilidad cardíaca de baja frecuencia [LF] con respecto a los jugadores de fútbol recreacionales. No se hallaron diferencias en la variabilidad cardíaca de alta frecuencia [HF], en la relación alta frecuencia/ baja frecuencia, el índice de tensión ni en el volumen de consumo de oxígeno. Los niveles de isotipo 3 de alfa-1–antitripsina, los isotipos 1, 2 y 3 de gama-fibrinogeno y el isotipo 1 de proteína de unión a vitamina D se redujeron en los jugadores profesionales en comparación con los de los jugadores recreacionales. Sin embargo, se halló un mayor contenido de isotipo 6 de alfa-1–antitripsina y alfa 1-antiquimotripsina 1 y 4 en los jugadores de fútbol profesionales. El análisis de Spearman mostró una correlación positiva entre la LF y el isotipo 3 de la cadena gama del fibrinogeno; pero la LF guardó una relación negativa con el isotipo 4 de alfa-antiquimotripsina. Los jugadores de fútbol profesionales que se sometieron a un entrenamiento intensivo mostraron diferencias en el contenido de proteínas plasmáticas asociado al estrés inflamatorio/oxidativo y la trombosis con respecto a los jugadores de fútbol recreacionales. El análisis de proteometría, en combinación con el análisis de la valoración de la función cardíaca, puede ser útil para conocer más profundamente los procesos asociados con el deporte y el ejercicio intensivo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Palabras Clave: </strong>inflamación, proteometría, fútbol, rendimiento físico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>INTRODUCCION</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">TITULOS</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">La práctica regular del ejercicio aeróbico moderado está asociada a la disminución del riesgo de sufrir enfermedades cardiovasculares (Shephard y Balady, 1999). Los jugadores de fútbol profesionales invierten un período desigual de tiempo antes de la temporada para mejorar la capacidad física. Se ha comprobado que la intervención del entrenamiento intensivo para mejorar el rendimiento cardiaco, y por lo tanto el rendimiento aeróbico, es positiva en el rendimiento del fútbol con respecto a la distancia cubierta, los contactos con el balón y la cantidad de esprints realizados durante el partido (Hoff, 2005). De hecho, los deportistas sometidos a los más altos niveles de estrés físico son los jugadores de fútbol (Robson-Ansley et al., 2009). Varios estudios han reportado que el ejercicio intensivo afecta el sistema inmunológico, induce a la síntesis de las especies reactivas del oxígeno e incrementa la concentración plasmática de la citoquina pro-inflamatoria tal como la interleuquina-1 y –6 (IL-1, IL-6) y los reactantes de fase aguda relacionados con la inflamación (Boluyt et al., 2006; Guelfi et al., 2006; Moldoveanu et al., 2000; Petersen y Pedersen, 2005). Esta reacción inflamatoria aguda puede favorecer a una cantidad creciente de lesiones musculares, sobrecarga muscular y sensación de fatiga que podría reducir el rendimiento físico óptimo de los jugadores de fútbol (Robson-Ansley et al., 2009; Lequesne et al., 1997). Aunque se ha desarrollado una gran cantidad de investigaciones para analizar el efecto del ejercicio agudo sobre la inflamación como también si el ejercicio regular puede modificar la respuesta inflamatoria asociada a la enfermedad, aún se sabe poco sobre el efecto del entrenamiento regular en los deportistas en buen estado de salud sobre la expresión sistémica de los biomarcadores relacionados con la inflamación (Kim et al., 2009; Markovitch et al., 2008, Woods et al., 2009).7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Hasta ahora, ha sido difícil monitorear los cambios en varias proteínas al mismo tiempo en una única muestra de plasma. En los últimos años, ha surgido una tecnología denominada proteometría, basada en la utilización de dos electroforesis bidimensionales (2-DE) y el análisis de espectrometría de masas. La proteometría proporciona una metodología útil para cuantificar e identificar cambios en el contenido de las proteínas múltiples y los isotipos de proteínas, que pueden ser útiles para comprender los mecanismos moleculares involucrados en varios procesos, incluyendo los cambios inducidos por el ejercicio en el contenido de las proteínas circulantes. Por lo tanto, la presente hipótesis ha sido que un programa de entrenamiento de pre-temporada puede modificar la respuesta inflamatoria sistémica en los jugadores de fútbol profesionales y que este perfil proteico e inflamatorio puede asociarse con el estado físico de los atletas. Por lo tanto, el objetivo del presente estudio ha sido comparar los biomarcadores de las proteínas plasmáticas, utilizando la proteometría, de los jugadores de fútbol profesionales después de un programa de entrenamiento de pre-temporada con respecto a los jugadores de fútbol recreacionales,7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>METODOS</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">TITULOS</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Población de Estudio</strong>7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">En el presente estudio se incluyeron 12 jugadores de fútbol profesionales (25 ± 4 años) de la primera liga de fútbol español, que han participado del programa de entrenamiento de pre-temporada, y 9 individuos combinados por sexo y edad (26 ± 3 años), que no participaban de un entrenamiento de ejercicios regular y solo practicaban ejercicios durante 3-4 horas/semana. El programa de entrenamiento de pre-temporada de los jugadores de fútbol profesionales consistió de 20 horas/semana durante 3-4 semanas de entrenamiento regular de moderado a fuerte. El criterio de exclusión incluía la presencia de una enfermedad inflamatoria aguda o crónica, infección o lesión y la utilización de medicación anti-inflamatoria o suplementación que contuviera hierro. Con respecto a esto, hasta la fecha en que se recopilaron las muestras de sangre, los jugadores de fútbol profesionales, como también los jugadores de fútbol recreacionales, no tomaron ninguna otra suplementación nutricional como antioxidantes y vitaminas.7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Las muestras de sangre para ambos grupos experimentales se obtuvieron durante el período de descanso, de 8:30 a 9:30, mediante venopuntura periférica. El plasma se obtuvo por centrifugación y las muestras se congelaron a -80ºC hasta que se realizó el análisis proteómico. Este trabajo está incluido dentro de un estudio genético para analizar alteraciones genéticas asociadas con la enfermedad cardiovascular, que ha sido aprobado por el Comité de Ética del Hospital Clínico San Carlos. Todos los pacientes han dado su consentimiento informado.7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Parámetros Fisiológicos</strong>7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">A fin de evaluar el estado funcional físico, se utilizó el sistema Omegawave (Omegawave Technologies Portland, OR, EUA). El sistema de tecnología deportiva Omegawave es un método no-invasivo para evaluar varios parámetros fisiológicos en los atletas, incluyendo la variabilidad de la frecuencia cardiaca, la capacidad aeróbica y anaeróbica. El sistema Omegawave se basa en la medición de la variabilidad de la frecuencia cardiaca (HRV), que es una evaluación validada de los parámetros cardíacos autónomos, comparable con el monitoreo estándar de 24 horas (Berkoff et al., 2007; Sánchez et al., 2009). Los dispositivos Omegawave consisten de un programa. La computadora se conecta a las sondas de ECG. Los datos se recopilaron durante 2.5 minutos. La señal digitalizada se filtró de acuerdo a los estándares comunes para lectura de ECG. Los intervalos R-R se identificaron y midieron en milisegundos (MS) con una precisión de ± 2 ms. A todos los sujetos se los evaluó mientras estaban recostados en posición supina sobre una mesa acolchada y se les permitió que descansaran durante un periodo de hasta 5 minutos, hasta que alcanzaran una frecuencia cardiaca de descanso. Los datos se recopilaron por la mañana temprano (entre las 8 a.m. y 9 a.m.).7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Análisis Proteómico</strong>7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Para una electroforesis 2-dimensional, se diluyeron 500 µg de proteínas plasmáticas en un amortiguador que contenía 8 mol·L<sup>-1</sup> de urea, 2% CHAPS (wt/vol), 40 mol·L<sup>-1</sup> de ditiotreitol, 0.2% de ampolito Bio-Lyte (Bio-Rad Labs, Hercules, CA) y 0,01 % (wt/vol) de azul de bromofenol. Las muestras se colocaron sobre tiras de gel con&gt;gradiente de pH inmovilizado (pH 4 a 7), y el enfoque isoeléctrico se llevó a cabo utilizando un sistema de células Protean IEF (Bio-Rad Labs). Como se reportó con anterioridad (Alonso-Orgaz et al., 2006; López-Farré et al., 2007), los geles se re-hidrataron de manera activa a 50 V durante 60 horas, seguido de pasos rápidos y lineales de voltaje de desnivel limitados por una corriente máxima de 50 mA por gel. En la segunda dimensión, las proteínas de las tiras se disolvieron en un 10% de geles de electroforesis en gel de poliacrilamida con dodecilsulfato de sodio utilizando un sistema Protean II XL (Bio-Rad Labs). Después, los geles se fijaron y tiñeron de plata utilizando el kit de tinción de plata Protein PlusOne<sup>TM</sup> (Amersham Biosciences) según las instrucciones del fabricante.7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Análisis de Adquisición de Imágenes</strong>7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Como se reportó anteriormente (Sacristán et al., 2008), los geles de tinción se escanearon en un escáner Umax Powerlook III operado por el programa Magic San V 4.5. La calibración de la intensidad se realizó utilizando una intensidad de escala de grises previa a la captura de la imagen de gel. El análisis de la imagen se realizó utilizando el programa Quantity One 4.2.3 (Bio-Rad). Los puntos de la imagen inicialmente se detectaron, se unieron y luego, se editaron de forma manual. El volumen de intensidad de cada punto se procesó mediante la sustracción del fondo.7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Espectrometría de Masas (MS)</strong>7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Como se reportó en trabajos previos (Mateos-Cáceres et al., 2004; Sacristán et al., 2008), los puntos de interés se eliminaron de manera manual de los geles utilizando grupos de biopsias. En resumen, para la identificación de cada punto, se obtuvieron y se analizaron los puntos de tres geles diferentes después de la digestión de la tripsina. Luego, se purificaron los péptidos utilizando puntas C18 Zip-tips (Millipore). El análisis de la MS se llevó a cabo con 1µl de extractos purificados mezclados con 1µl de matriz de α-ciano 4-hidroxi-trans cinamico (Sigma) en 50% acetonitrilo y la mezcla (1µl) se observó sobre una placa MALDI. Como se reportó (Mateos-Cáceres et al., 2004; Sacristán et al., 2008), los análisis de la MS se realizaron en un analizador 4700 Proteomic Analyzer (Applied Biosystem), que operó en modo reflector positivo. Todos los espectros de la masa se calibraron utilizando una mezcla de péptidos estándar (Applied Biosystem). Los péptidos con una señal ruido mayor a 20 se tuvieron en cuenta en la base de datos Mascot para identificar proteínas. Como se reportó (Mateos-Cáceres et al., 2004; Sacristán et al., 2008; Mateos-Cáceres et al., 2010), la base de datos Mascot 1.9 (http://www.matrixscience.com) se utilizó como algoritmo para combinar los péptidos obtenidos de la MS. Las identificaciones se aceptaron en base a una evaluación tripartita que tuvo en cuenta los resultados significativos de peso molecular de búsqueda (Mowse), la notación espectral y la migración observada contra la esperada sobre el gel 2-DE.7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Determinaciones de la Interleuquina-6 (IL-6) y la Molécula Soluble de Adhesión Intercelular-1 (sICAM-1)</strong>7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">La interleuquina-6 (IL-6) y la molécula soluble de adhesión intercelular-1 (sICAM-1) se midieron en el plasma sistémico mediante los kits de ensayos inmuno-absorbentes ligados a enzimas (ELISA). Los kits ELISA se compraron en Bender Med Systems (Vienna, Austria) para la sICAM-1 y en Sistemas R&amp;D [Minneapolis, EU] para la IL-6. La sensibilidad de los ELISAs fueron de 2.2 ng·mL<sup>-1</sup> para la sICAM-1 y de 0.70 pg·mL<sup>-1</sup> para la IL-6. Se realizaron análisis por duplicado para cada muestra, y se utilizó el promedio aritmético para el análisis de los datos.7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Análisis Estadísticos</strong>7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Los resultados están expresados como medias ± desviación estándar. Para determinar las diferencias estadísticas entre ambos grupos se utilizó el test de Mann-Whitney. Para las correlaciones se realizó el análisis de Spearman. A un valor de p &lt; 0.05 se lo consideró estadísticamente significativo.7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>RESULTADOS</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">TITULOS</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Estado Físico Funcional </strong>7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">En los dos grupos estudiados se analizaron los siguientes parámetros fisiológicos: la variabilidad cardíaca de alta frecuencia (HF), la variabilidad cardíaca de baja frecuencia (LF), la relación entre la alta frecuencia y la baja frecuencia (HF/LF), el índice de tensión y el consumo máximo de oxígeno (VO<sub>2</sub>máx), la desviación estándar de los intervalos NN (SDSD) y la raíz cuadrada de las diferencias promedio al cuadrado de los sucesivos intervalos NN (RMSSD). Como se muestra en la Tabla 1, la LF fue significativamente menor en los jugadores de fútbol profesionales con respecto a los recreacionales. No se hallaron diferencias estadísticas en ninguno de los otros parámetros fisiológicos registrados entre los jugadores de fútbol profesionales y los recreacionales (Tabla 1).7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong><br /> Tabla 1. </strong>Parámetros fisiológicos. Los valores están representados como medias (± error de desviación estándar). Abreviaturas: variabilidad cardíaca de alta frecuencia (HF), variabilidad cardíaca de baja frecuencia (LF), relación alta frecuencia/baja frecuencia (HF/LF), índice de tensión, consumo máximo de oxígeno (VO<sub>2</sub>máx), desviación estándar de los intervalos NN (SDSD) y raíz cuadrada de las diferencias promedio al cuadrado de los sucesivos intervalos NN (RMSSD). *p &lt; 0.057938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Análisis Proteómico</strong>7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">En el análisis proteomico, todos los puntos identificados se expresaron al menos en el 65% de los geles 2-DE dentro de cada uno de los dos grupos de pacientes. En los geles 2-DE se identificaron y cuantificaron las siguientes proteínas: isotipos 1 a 6 de alfa-1–antitripsina, fetoproteína, tres isotipos de cadena gama-fibrinogeno, tres isotipos de proteína de unióna vitamina D, cinco isotipos de alfa 1-antiquimotripsina, seis isotipos de haptoglobina, seis isotipos de serotransferrina, tropomiosina (Tabla 2). En trabajos anteriores la identificación de las proteínas mencionadas anteriormente se identificaron mediante la espectrometría de masas.7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"> <strong>Tabla 2. </strong>Resultados de las isoformas de proteína plasmática analizadas utilizando la proteometría. Los datos son medias (± error estándar). A.U. unidades arbitrarias de densitometría.* p &lt; 0.05.7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"> <strong>Figura 1. </strong>Diagrama de dispersión que muestra la relación entre la variabilidad cardíaca de baja frecuencia y los niveles plasmáticos del isotipo 3 de gama-fibrinogeno y el isotipo 4 de alfa-1-antiquimotripsina. A.U.: unidades arbitrarias de densitometría.7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">En estos trabajos previos publicados se mostraron las características de la espectrometría de masas de las proteínas plasmáticas identificadas y los isotipos de proteínas (Mateos-Cáceres et al., 2004; Sacristán et al., 2008). El plasma de los jugadores de fútbol profesionales mostró un contenido proteico menor del isotipo 3 de alfa-1–antitripsina (ATT-1), los isotipos 1, 2 y 3 de la cadena gama-fibrinogeno y el isotipo 1 de proteína de unióna vitamina D, con respecto a los observados en el plasma de los jugadores de fútbol recreacionales (Tabla 2). Además, se halló un contenido plasmático significativamente más elevado del isotipo 6 de alfa-1–antitripsina y los isotipos 1 y 4 de alfa 1-antiquimotripsina en el plasma de los jugadores de fútbol profesionales, con respecto a los del grupo recreacional (Tabla 2).7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">No se hallaron diferencias significativas entre los dos grupos experimentales en el contenido de fetotropina de las proteínas plasmáticas, los seis isotipos de haptoglobina, los isotipos 1, 2, 3, 5 de serotransferrina y tropomiosina (Tabla 2).7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Niveles Plasmáticos Circulantes de Interleuquina-6 y de Molécula Soluble de Adhesión Intercelular-1</strong>7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Los niveles plasmáticos de las proteínas pro-inflamatorias IL-6 y sICAM-1 se midieron en ambos grupos de jugadores de fútbol. No se hallaron diferencias estadísticas en los niveles plasmáticos circulantes de la IL-6 y la sICAM-1 entre los jugadores de fútbol profesionales y los recreacionales (Tabla 3).7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"> <strong>Tabla 3. </strong>Niveles plasmáticos circulantes de interleuquina-6 (IL-6) y de molécula soluble de adhesión intercelular-1 (sICAM-1). Los datos son medias (± error estándar).7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Relación entre los Cambios en el Contenido de Proteínas Plasmáticas y el Estado Físico Funcional7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Se analizó la relación entre el contenido de las proteínas plasmáticas y el estado funcional físico de los jugadores de fútbol. El análisis de Spearman mostró una correlación positiva entre la LF y el isotipo 3 de la cadena gama del fibrinogeno (Figura 1). La LF mostró una correlación negativa y significativa entre el contenido plasmático del isotipo 4 de alfa-antiquimotripsina y la LF (Figura 1).7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>DISCUSION</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">TITULOS</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">El presente estudio comparó el contenido plasmático de las proteínas asociadas a la inflamación, utilizando la proteometría, y el estado fisiológico, utilizando el sistema Omegawave, en los jugadores de fútbol profesionales, después de un programa de entrenamiento intensivo y antes de comenzar la liga. Como grupo comparativo se utilizó un grupo de jugadores que practican fútbol los fines de semana. A los jugadores de fútbol profesionales no se los sometió a ningún programa de entrenamiento específico antes de la competencia.7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">En el mapa proteomico plasmático se identificaron seis isotipos de ATT-1. Se halló un isotipo 6 de ATT-1 incrementado, pero el isotipo 3 de ATT-1 disminuyó en los jugadores de fútbol profesionales, en comparación con los de los jugadores recreacionales. La ATT-1 es un inhibidor poderoso de varias proteínas proteolíticas, principalmente liberado de neutrófilos, y está involucrado en la resolución de la respuesta inflamatoria (Brantly, 2002). Los estudios han demostrado que el nivel de ATT-1 aumentó después del ejercicio, probablemente para compensar la mayor producción de elastasa de neutrófilos, que inhibe de manera indirecta la activación complementaria inducida durante y/o después del ejercicio (Dufaux et al., 1991; Petibois et al., 2003; Semple et al., 2006). Por lo tanto, el ejercicio intensivo y prolongado puede favorecer a los cambios en el contenido sistémico de isotipos específicos de ATT-1. En este aspecto, no se ha establecido la función para cada isotipo ATT-1, a algunos genotipos de ATT-1 se los ha asociado con el riesgo reducido de enfermedades cerebro-vasculares isquémicas y cardiacas (Talmud y Stephens, 2004) e incluso con la enfermedad cardiovascular aguda (Mateos-Cáceres et al., 2004). Los jugadores de fútbol profesionales mostraron un nivel plasmático incrementado de los isotipos 1 y 4 de alfa 1-antiquimotripsina. El alfa 1-antiquimotripsina es un factor anti-inflamatorio cuya función es la de inhibir las serín proteasas (Kalsheker et al., 2002). Los trabajos realizados en pacientes con enfermedades cardiovasculares han demostrado una reducción de las proteínas relacionadas con la inflamación luego de un entrenamiento de resistencia supervisado (Niessner et al., 2006). El hecho de que el entrenamiento de resistencia incrementó el nivel plasmático de las proteínas anti-inflamatorias asociadas, tales como los isotipos 1 y 4 de la antiquimotripsina, puede sugerir que el ejercicio regular redujo la inflamación. Sin embargo, en el presente estudio, los niveles plasmáticos circulantes de dos biomarcadores pro-inflamatorios, concretamente la IL-6 y la sI-CAM-1, no fueron modificados en los jugadores de fútbol profesionales con respecto a los recreacionales. Por lo tanto, el hecho de que el contenido plasmático de los isotipos de antiquimotripsina aumentó en los jugadores de fútbol profesionales después del programa de entrenamiento de pre-temporada podría sugerir que el entrenamiento regular favorece a un estado anti-inflamatorio sin modificaciones en la síntesis de los agentes pro-inflamatorios. Los niveles de alfa 1-antiquimotripsina también se han asociado al control del daño oxidativo (Licastro et al., 2001). De hecho, un partido de fútbol aumenta los niveles de estrés oxidativo y el daño muscular a lo largo del período de recuperación (Ascensão et al., 2008; Vollaard et all, 2005). Por lo tanto, el mecanismo protector contra el daño oxidativo como un nivel de antiquimotripsina plasmática puede estar favorecido por el ejercicio regular.7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">El análisis proteomico también reveló una disminución en el contenido de los isotipos 1, 2 y 3 de la cadena gama del fibrinogeno en los jugadores de fútbol profesionales con respecto a los del grupo recreacional. El fibrinógeno es una glucoproteina incluida en un agregado plaquetario, dado que aumenta la unión plaquetaria, de las células endoteliales y de los leucocitos entre ellos (Bombeli et al., 1998; Fibrinogen Studies Collaboration et al., 2007). Estos hallazgos pueden concordar con observaciones previas de que el entrenamiento de intensidad moderada reduce la reactividad plaquetaria y mejora la fibrinólisis en el descanso (Wang, 2006). Sin embargo, algunos autores también han reportado que estos efectos favorables del entrenamiento regular en estado trombótico regresa a un estado de pre-entrenameinto luego de un período de desacondicionamiento (Wang, 2006).7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">El isotopo 1 de DBP fue significativamente menor en los jugadores de fútbol profesionales con respecto a los del grupo recreacional. La DBP es una globulina alfa-2 sérica que une a la vitamina D (Gomme y Bertolini, 2004). Además, a la DBP también se la ha descrito como activadora de los leucocitos (Zhang y Kew, 2004) y contribuye al secuestro de actina, la estimulación de la actividad osteoclástica, el transporte de ácidos grasos y también inhibe el agregado plaquetario inducido por la actina (Meier et al., 2006; Speeckaert et al., 2006). Por lo tanto, la disminución del contenido del isotipo 1 de DBP, reportada en el presente en los jugadores de fútbol profesionales, también puede estar asociada al estado anti-trombótico que parece estar relacionado con el entrenamiento intensivo (Wang et al., 2006).7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Relación entre los Cambios en el Contenido de Proteínas Plasmáticas y el Estado Físico Funcional</strong>7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Se observó un incremento no significativo en el VO<sub>2</sub>max, la variabilidad cardíaca de alta frecuencia, la SDSD, la RMSSD y el índice de tensión; y una disminución estadística significativa de la variabilidad cardíaca de baja frecuencia en los jugadores de fútbol profesionales en comparación con el grupo de control. Estudios previos han reportado que el entrenamiento aeróbico equilibra la modulación del vago que se refleja en los parámetros de variabilidad de la frecuencia cardiaca tal como una disminución en las porciones de baja frecuencia (Hautala et al., 2009). La variabilidad individual en los parámetros fisiológicos determinados es probable que pueda explicar porqué no se hallaron diferencias estadísticas entre los dos grupos experimentales.7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Una vez analizada toda la población de estudio, se halló una asociación negativa entre la variabilidad cardíaca de baja frecuencia y el contenido plasmático del isotipo 4 de alfa-1 antiquimotripsina, y una asociación positiva entre la variabilidad cardíaca de baja frecuencia y el isotipo 3 de la cadena gama del fibrinogeno. Los presentes resultados sugieren que el estado funcional cardiaco de los jugadores de fútbol puede guardar relación con estas proteínas. No obstante, el hecho de que algunas proteínas, cuyo contenido plasmático entre los jugadores profesionales y recreacionales cambió, no guarde relación con la variabilidad cardíaca de baja frecuencia, sugiere que su contenido plasmático no era dependiente de los factores hemodinámicos. En este aspecto, se ha establecido que el contenido de muchas proteínas podría estar regulado por el estrés vascular de corte. Se ha demostrado que el estrés vascular de corte aumentó con el ejercicio físico, particularmente el estrés de corte afecta la expresión del gen en la endotelina (Niebauer y Cooke, 1996).7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>CONCLUSION</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">TITULOS</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">En conclusión, el estudio proteomico ha demostrado diferencias en el contenido de las proteínas plasmáticas asociadas al estrés inflamatorio/oxidativo y la trombosis entre los jugadores de fútbol profesionales y recreacionales. En particular, los jugadores de fútbol profesionales mostraron un menor contenido de proteínas circulantes asociadas con la inflamación, en comparación con el de los jugadores de fútbol recreacionales. Además, estos datos sugieren que el análisis de proteometría, en combinación con el análisis de la evaluación de la función cardiaca, puede ser útil para conocer más profundamente los procesos inflamatorio molecular y oxidativo asociados con el deporte.7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Puntos Clave</strong>7938</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="font-size: x-small;">La proteometría permite hallar diferencias en el      contenido de las proteínas plasmáticas de los deportistas.</span></li>
<li><span style="font-size: x-small;">Inmediatamente después del programa de entrenamiento de      pre-temporada, los jugadores de fútbol profesionales mostraron un      contenido menor de proteínas circulantes asociadas a la inflamación, en      comparación con los jugadores de fútbol recreacionales.</span></li>
<li><span style="font-size: x-small;">El análisis de proteometría, en combinación con el      análisis de la función cardiaca, puede ser útil para conocer más      profundamente los procesos inflamatorio molecular y oxidativo asociados      con el deporte.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>AGRADECIMIENTOS</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">TITULOS</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Este trabajo ha sido financiado por el Fondo de Investigaciones de la Seguridad Social (Redes temáticas de Cooperación Red Heracles RD06/0009/010). Petra J. Mateos-Cáceres es miembro de la Fundación para la Investigación Biomédica del Hospital Clínico San Carlos. José J Zamorano-León es un miembro apoyado por Red Heracles. Los autores agradecen la colaboración del Centro de Investigación Científica(<em>Science Research Center</em>) de la Fundación Atlético de Madrid(<em>Atlético de Madrid Foundation</em>) y a Begoña Larrea y Miguel Dantart por su asistencia editorial.7938</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>REFERENCIAS</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">TITULOS</span></p>
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<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">793828. (2008). <em>Modifications by olmesartan treatment of the platelet protein profile of moderate hypertensive patients</em>. Proteomics Clinical. Application 2, 1300-1312</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">793829. (2008). <em>Effects of coronary prestenting platelet inhibition on coronary poststenting inflammation</em>. Journal Cardiovascular Pharmacology 51, 286-292</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">793830. (2009). <em>The evaluation of cardiac complaints in marathon runners</em>. Journal Emergency Medicine 36, 369-376</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">793831. Semple, S.J., Smith, L.L., McKune, A.J., Hoyos, J., Mokgethwa, B., San Juan, A., Lucia, A. and Wadee, A.A (2006). <em>Serum concentra-tions of C reactive protein, alpha1 antitrypsin, and complement (C3, C4, C1 esterase inhibitor) before and during the Vuelta a España</em>. British Journal Sports Medicine 40, 124-127</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">793832. Shephard, R.J. and Balady, G.J (1999). <em>Exercise as cardiovascular therapy</em>. Circulation 99, 963-972</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">793833. Speeckaert, M., Huang, G., Delanghe, J.R. and Taes, Y.E (2006). <em>Bio-logical and clinical aspects of the vitamin D binding protein (Gc-globulin) and its polymorphism</em>. Clinica Chimica Acta 372, 33-42</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">793834. Talmud, P.J. and Stephens, J.W (2004). <em>Lipoprotein lipase gene variants and the effect of environmental factors on cardiovascular disease risk</em>. Diabetes Obesity Metabolism 6, 1-7</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">793835. Vollaard, N.B., Shearman, J.P. and Cooper, C.E (2005). <em>Exercise-induced oxidative stress: myths, realities and physiological relevance</em>. Sports Medicine 35, 1045-1062</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">793836. Wang, J.S (2006). <em>Exercise prescription and thrombogenesis</em>. Journal Biomedicine Science 13, 753-761</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">793837. Woods, J.A., Vieira, V.J. and Keylock, K.T (2009). <em>Exercise, inflammation, and innate immunity</em>. Immunology Allergy Clinics North America 29, 381-393</span></p>
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		<title>4° Congresso Brasileiro de Ciências no Futebol : SP 2011</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 04:35:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[São Paulo 13 e 14 de Agosto 2011 Evento sobre ciência e futebol aponta caminhos para a modernidade do esporte Destaque entre os palestrantes foi o preparador físico Márcio Correa. No último final de semana aconteceu em São Paulo o 4º Congresso Brasileiro de Ciências no Futebol. O evento realizado Centro de exposições do Parque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000080;"><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-size: x-small; color: #808080;">São Paulo 13 e 14 de Agosto 2011</span><br /></span></strong></span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;"><img class="aligncenter size-large wp-image-864" title="4º Congresso Brasileiro de Ciências no Futebol." src="http://marciofariacorrea.com/wp-content/uploads/Correa_Sargentin_Portella1-800x600.jpg" alt="" width="682" height="508" /></span></strong></p>
<h1 style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; color: #000080;">Evento sobre ciência e futebol aponta caminhos para a modernidade do esporte</span></h1>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small; color: #000080;">Destaque entre os palestrantes foi o preparador físico Márcio Correa.</span></h2>
<p style="text-align: justify;">No último final de semana aconteceu em  São Paulo o 4º Congresso  Brasileiro de Ciências no Futebol. O evento  realizado Centro de  exposições do Parque Ibirapuera contou com uma área  total de 10.000 m²  destinados ao futebol e a uma mega feira de  esportes e lazer. Os cinco  auditórios, com capacidade para 250 pessoas  cada, receberam cursos e  palestras de nomes conhecidos do futebol, como  Marco Aurélio Cunha,  ex-diretor executivo do São Paulo, e o técnico  Vagner Mancini.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os vários palestrantes que  participaram do Congresso, o destaque  na área da preparação física  ocorreu por conta do curso ministrado pelo  preparador físico Marcio  Correa, natural de Porto Alegre. Com passagens  por clubes no Brasil,  Ásia, America Latina e Europa, Correa acumula  conhecimento e vivencias  sobre a metodologia utilizada para o  treinamento de futebolistas em  vários países.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os tópicos abordados, o professor  trouxe como novidade uma visão  diferenciada sobre aplicação de força  especifica para o treino de  atletas de futebol. Segundo Correa, Força  pode ser definida como a  capacidade básica para o desenvolvimento das  demais capacidades  condicionais dos futebolistas.</p>
<p style="text-align: justify;">“A contração muscular é a manifestação  sob a qual buscamos a  catalogação das outras capacidades. Nunca podemos  esquecer que devemos  treinar a força do nosso atleta para que no jogo  ele se torne mais  veloz, preciso e eficiente tecnicamente, se esses  três elementos não  estiverem conectados com a capacidade física,  melhorar a força não nos  trará vantagens”, explicou Correa.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda segundo o ex-preparador físico do  Grêmio, Cerro Porteño e  Belenenses, no futebol, diferentemente dos  esportes individuais, não é  preciso ter o atleta mais forte, mais veloz  ou o mais resistente, mas  sim o que corresponda de forma efetiva ao  modelo de jogo proposto.</p>
<p style="text-align: justify;">Correa também cita que: “Quando pensamos  em treino de força no futebol,  não devemos organizar as cargas  pensando somente no músculo de forma  isolada. Na prática do treino  desportivo moderno devemos sempre  enfatizar o treino do movimento  especifico utilizado pelo jogador no  momento do jogo. Nos dias de hoje é  inadmissível que um treino de  qualquer uma das capacidades motoras  inerentes a modalidade esteja  desprovido de consciência competitiva”,  finalizou.</p>
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		<title>1° Simpósio Avançado de Traumatologia e Reabilitação no Esporte</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 04:25:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pelotas dias 29 e 30 de outubro de 2010 Sucesso total para o evento que reuniu mais de 400 profissionais da área de traumatologia e desporto. O simpósio contou  com uma lista de personalidades conhecidas: Américo Faria, diretor de seleções da CBF,  Joaquim Grava, médico do Corinthians, José Luiz Runco, médico da Seleção Brasileira de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-890" title="Marcio Lateral Ciclo" src="http://marciofariacorrea.com/wp-content/uploads/Marcio-Lateral-Ciclo.jpg" alt="" width="545" height="578" /></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff; font-size: x-small;"><strong>Pelotas dias 29 e 30 de outubro de 2010 </strong></span><br /> Sucesso total para o evento que reuniu mais de 400 profissionais  da  área de traumatologia e desporto. O simpósio contou  com uma lista de  personalidades conhecidas: Américo  Faria, diretor de seleções da CBF,   Joaquim Grava, médico do Corinthians,  José Luiz Runco, médico da  Seleção Brasileira de Futebol, Márcio Faria Correa, Preparador Físico,  Osmar de Oliveira, médico e Jornalista, Rogério Teixeira, Presidente do  Comitê Brasileiro de  Traumatologia do Esporte, entre outros nomes de  peso.<br /> Pelotas – RS<br />Para maiores informações, visite o website do evento: <a href="http://www.sbotrs.com.br/simposio/programacao.html" target="_blank"> http://www.sbotrs.com.br/simposio/programacao.html</a></p>
<hr />
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		<title>Marcio Correa Categorias de Base : TV Futura</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 20:40:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Entrevista com o Preparador Fisico Marcio Faria Correa. TV FUTURA ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="367" src="http://www.youtube.com/embed/UrPVK7QQwIc?color1=2b405b&amp;color2=6b8ab6&amp;border=1&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;modestbranding=1&amp;loop=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Nautico contrata o preparador Marcio Faria Correa</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 20:38:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Clube do Nautico busca um reforço de peso fora de campo, é o caso do preparador fisico Marcio Faria Correa. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="367" src="http://www.youtube.com/embed/oAwGs3QGcZw?color1=2b405b&amp;color2=6b8ab6&amp;border=1&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;modestbranding=1&amp;loop=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
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		<title>TV COM &#8211; Valdir Espinosa divulga: 5 Ciclo de Palestras no Futebol</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 20:35:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Evento coordenado pelo professor Marcio F. Correa em Porto Alegre dias 13 e 14 de Novembro. Entrevista com Valdir Espinosa com Mauricio Saraiva e Jader Rocha na TVCOM ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="367" src="http://www.youtube.com/embed/j-U5z4ep-Gk?color1=2b405b&amp;color2=6b8ab6&amp;border=1&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;modestbranding=1&amp;loop=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span></p>
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		<title>Alexandre Pato e Marcio Correa &#8211; Aquecimento exercicios coordenativos</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 17:45:25 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Parte do aquecimento realizado dentro do treinamento individualizado para a preparação de Alexandre Pato para apresentação ao A. C. Milan ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="367" src="http://www.youtube.com/embed/ydxAmsaAMn8?color1=2b405b&amp;color2=6b8ab6&amp;border=1&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;modestbranding=1&amp;loop=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span></p>
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		<title>Final Sports 5º Ciclo de Palestras no Futebol</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 17:38:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Entrevista concedida ao reporter Ricardo Vidarte: Final Sports: Novembro de 2009 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="367" src="http://www.youtube.com/embed/XoEbqaG2mpY?color1=2b405b&amp;color2=6b8ab6&amp;border=1&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;modestbranding=1&amp;loop=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span></p>
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		<title>Entrevista Cadeira Cativa TV ULBRA</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 17:34:17 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista no Programa Cadeira Cativa com o professor Marcio F. Correa, sobre o 5 Ciclo de Palestras no Futebol 2009. Apresentado por Luiz Carlos Rech ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="367" src="http://www.youtube.com/embed/PmvZ4sc8nbQ?color1=2b405b&amp;color2=6b8ab6&amp;border=1&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;modestbranding=1&amp;loop=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
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